segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Eu concordo com o Humberto !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!





As coisas espontâneas são sempre mais gostosas, elas dão um sabor diferente à vida. E em se tratando das coisas do coração, mais ainda.

A gente nunca espera que vá encontrar de repente, da forma mais inusitada, num evento qualquer, aquela pessoa que vai deixar nossos instintos mais aguçados, nosso corpo acelerado e a mente admiravelmente vívida a fim de nos proporcionar a aproximação até esse alguém.

Nas coisas do amor , é sempre melhor quando acontece assim. Jacó encontrou a Raquel enquanto esta tirava água de um poço. Não se conteve, beijou-a. Imprevisível, oportunista como só ele sabia ser, não se furtou em demonstrar desde o início seu afeto por aquela que foi seu amor maior durante toda a vida.

Contudo, nem sempre é assim. A espontaneidade vez e outra é aviltada por acordos e formalidades. Foi assim quando dos casamentos arranjados. Verdadeiras prisões para aqueles que não se amavam. Ou mil vezes pior: amavam outro alguém!

A formalidade adentrou mesmo nas igrejas cristãs! Não sei onde surgiu tal pensamento, mas em algum lugar alguém teve a “bendita” idéia de que haveria de se orar antes de começar a namorar. Fazia-se necessário saber a vontade de Deus. Não poderíamos correr o risco de nos relacionar com alguém não escolhido para nós. Uma espécie de predestinação amorosa...

Eu mesmo cheguei a comprar essa idéia, infelizmente. Tanto que durante um tempão da minha adolescência e juventude fui um tosco paquerador. Essa história fez muita gente desaprender a namorar. A oração se tornou xaveco malfadado de crente.

E desse jeito, não há espaço pra conquista, para a sedução e para a doce poesia exalada dos poros dos amantes. O bom e velho jogo da conquista cedeu vez para uma “espiritualização” da vida afetiva dos jovens.

O mais complicado disso é a atmosfera de censura diante dos namoros que não percorressem a via imposta pelos líderes. Namorar sem seguir esses passos era quase o mesmo que estar em pecado.

Supostamente, se Deus tem alguém destinado exclusivamente para a gente, de certo ele vai preparar tudo a fim de que não erremos a pessoa, e caiamos logo nos braços de nosso amor sem interferência alguma. E é muito importante se preocupar com os “laços do inimigo” – isto é, pessoas que o diabo coloca em nossas vidas para nos desviar dos planos divinos.

Com isso, a “neura” atingiu a galera. Quem leva a sério aquilo que diz crer, devido à falta de entendimento sobre o assunto, vai cumprir direitinho o que lhe é ensinado. E se não cumpre, imputa a si mesmo as penas psíquicas merecidas pela transgressão.

Comportamento doentio, envolvimento amoroso sem beleza, dificuldade de se relacionar, isso e muito mais tem marcado alguns homens e mulheres evangélicos.

Na minha vivência em comunidades cristãs desde a infância, detectei algo que tenho chamado de síndrome da menina ou do menino crente.

E com a mulher é bem mais grave. Sofrendo desta síndrome, na espera do príncipe encantado e cristão, portador de um estereótipo irrepreensível, quase que sobre-humano, isento de pecados e, ainda por cima, tendo que ser de sua denominação, as jovens mais rigorosas acabam por ficar escanteadas nas suas comunidades de fé e na vida em geral.

São aquelas que a gente chama de “as solteironas” das igrejas. Geralmente mulheres um tanto já amarguradas, de difícil trato, já algum tempo dadas às fofocas (nem todas, mas muitas, visto que a vida dos outros possui mais emoção que a delas), de quadro progressivamente agravado devido à proximidade da casa dos trinta anos.

Qualquer mulher não-neurotizada pela religião, engajada em sua vida profissional, certa de sua beleza e simpatia, tranquila quanto a si mesma, não viveria os dramas encontrados entre as jovens das igrejas. Isso porque elas se permitem ser cantadas, se permitem relacionar, acreditam que devem dar a si mesmas a chance de ir em busca da felicidade.

Com os homens a gravidade talvez esteja em outros aspectos. A porcentagem de jovens evangélicos envolvidos com algum tipo de pornografia é enorme. Qualquer pesquisa honesta realizada nas igrejas revelará o grau de envolvimento e recorrência a esse tipo de escape psíquico-emocional.

Mal compreendedores de sua sexualidade e do que é um relacionamento amoroso saudável, os meninos acabam por se “guardar”, restringindo seu envolvimento, e muitas vezes – à semelhança das jovens – tendo expectativas ilusórias acerca da “prometida”, eles acabam por lançar mão daquilo que tem em maior abundância na internet: a perversão encontrada no sexo fácil e virtual.

A espera é longa e o que se espera pode bem ser uma miragem, não um oásis. Daí nunca encontrarem a pessoa ideal.

E tudo isso porque a sexualidade quase sempre foi um problema para o cristão. Desde a Igreja Católica aos atuais evangélicos, o sexo é tratado como tabu, o prazer como pecado; e com isso, a espontaneidade como tentação.

O que durante muito tempo trouxe um falso alívio aos católicos foi a ausência do sexo nas mensagens dos sacerdotes e o espírito do “não-praticantismo” muito frequente entre os que se denominavam católicos. Isso tem acabado com o crescimento dos movimentos de renovação e ressurgimentos de padres mais atualizados que têm produzido um movimento paralelo ao pentecostalismo evangélico.

Seria bom que os jovens cristãos continuassem a orar para namorar, mas que já cheguem diante da pessoa amada “orados”. Que falem com Deus desde o primeiro momento em que mirarem o alvo de seu afeto. E acreditando na inteligência, bom senso e prudência dispensados por Deus.
Confiando ser aquela pessoa alguém de valor, que partam pra cima!

Não adianta espiritualizar as coisas. Tudo já é espiritual para quem abriu seus olhos e percebeu que o mundo em que vivemos está intimamente ligado às dimensões espirituais. De forma que comer, beber, beijar e fazer amor é tão espiritual quanto orar, meditar e fazer caridade.

Texto de Humberto Ramos

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Você já conhece o Moisés?

Moisés é um ex-mulçumano que se converte a Cristo !!! O Ministério Portas Abertas que ajuda cristãos perseguidos pelo mundo o entrevistou, veja o que rolou:

Moisés, você poderia nos contar sobre sua vida antes de você se tornar cristão? Sua fé, sua família?

Sim, meu nome é Moisés. Sou da Nigéria, do oeste do país. Nasci em uma família muçulmana. Meu avô era um estudioso islâmico bastante popular e influente. Era assim que nos víamos. Fomos ensinados a sermos muito rígidos em relação à nossa fé, não permitindo que outro ensinamento tirasse nossa atenção. Todos estudamos em escolas islâmicas, e crescemos praticando nossa fé de forma tão devota que não nos permitíamos desanimar de forma alguma.

Pessoalmente, como era sua fé nesse momento? Em que você acreditava?

Não acreditava em nenhum deus a não ser em Alá. Não tinha dúvidas quanto à unidade de Alá, de que ele era o único deus do universo, o criador de tudo. Descartava qualquer ensinamento que fosse contrário aos ensinos do islamismo. Eu zombava deles, não queria nem ouvi-los. Era assim.

Você experimentou o amor de Alá em sua infância. Você teve alguma experiência pessoal com ele?


Não tinha nenhum relacionamento com Alá da maneira que tenho hoje. Sabia que ele era o deus do universo, que tinha de obedecer-lhe. Não sabia nada do amor de Alá, nem que ele me amava. Ele era meu deus e eu era seu servo. Devia obedecer a qualquer ordem dele, senão iria para o inferno. Era esse o ensino que eu tinha. Eu tinha muito medo dele. Eu tentava cumprir ao pé da letra o que estava no Alcorão ou nos hadiths (coleção dos ditos do profeta Maomé).

O que você achava do cristianismo na época?


Quando via cristãos, não queria me aproximar. Não queria ter nada a ver com cristãos. Havia sido ensinado a jamais me associar aos cristãos. Desde pequenininho, não tinha ligação alguma com cristãos. Não podíamos tocar nos livros deles porque nosso professor dizia que, se fizéssemos isso, o poder do livro sairia e desviaria nossa fé do islamismo. Eu odiava cristãos. Quando via um cristão, considerava ele como meu inimigo, por causa de tudo que me diziam sobre eles.

O que aconteceu para você conhecer Jesus e se tornar cristão?

É uma longa história. Eu tinha um amigo chamado Mark. Estudávamos juntos. Um dia, ele se aproximou e disse que eu deveria ser amigo dele. Começamos a ler juntos. Eu sabia que ele era cristão. Já que estava fora de casa, sabia que ninguém estaria me observando. Então Mark passou a ser um amigo meu. Ele ia até minha sala e deixava alguns folhetos e livros cristãos, mas eu não me interessava em ler.

Isso durou muito tempo. Ele jogava os textos pelo buraco da fechadura ou passava por baixo da porta. Eu pegava e rasgava. Depois de um tempo, eu lhe disse: "Se você quiser continuar nossa amizade, pare com isso. Não quero que você deixe mais nada na minha sala de novo. Se você fizer isso outra vez, então nossa amizade vai terminar".

Então citei um verso do Alcorão, que diz: "Não adoro o que adorais. Não adorais o que adoro. Nunca adorareis o que adorais. Nunca adorareis o que adoro. Tendes vossa religião e tenho a minha" (Sura 109.3-6)

Quando fui à sala do Mark, havia uma pintura de Jesus na parede. Olhei para a figura, e havia uma frase escrita: "Meu povo é responsável pelas almas perdidas, porque elas não oram".

Vi um homem com as mãos juntas, orando, e assumi que era Jesus. Aproximei-me do retrato e, enquanto o olhava, disse sarcasticamente: "Cristãos adoram você, Jesus. Bem, para a sua informação, você é um profeta de Alá. Você não é nada mais que isso. E você é humano como eu. O seu "nascimento miraculoso" não é tão miraculoso como o de Adão. Os cristãos erram em cultuá-lo, chamando-o de Deus. Vamos fazer um acordo. Seja meu amigo".

Continuei: "Se você é mesmo Deus, o filho de Deus; se você é digno de culto, então revele-se a mim. Fale comigo, prove-me que você é tudo isso".

Logo após isso, ouvi Mark chegando. Quando ouvi seus passos, parei de falar e me controlei. Então fomos para a escola.

Quatro dias depois, tive uma visão. Não era um sonho, porque eu estava estudando para as provas, e estava em meu quarto, lendo minhas notas. Estava encostado na parede, com meu caderno. Li e depois fechei o livro, tentando memorizar o que tinha lido.

Fechei os olhos e, de repente, fui transportado para outro lugar. Fui levado ao deserto, onde não havia árvore, água, grama, só areia. "Como vim parar aqui?" Estava assustado. Era tudo escuro. Eu estava desejando saber, "O que está errado aqui? Eu estou em dificuldade." Escuridão me envolveu e medo agarrou meu coração. Eu me perguntava: "O que há de errado aqui? Estou numa fria". A escuridão me envolvia e o medo tomou conta do meu coração.

Então vi a luz de uma estrela do norte. Vinha em alta velocidade, na minha direção. Quanto mais se aproximava, mais forte brilhava. Quando a luz chegou bem perto, não conseguia encará-la porque me cegava os olhos. Eu ficava encarando o chão. Então a luz mudou. Quando ela diminuiu sua velocidade, tentei ver o que havia lá.

Vi uma nuvem se formando a uns dez metros de altura. Em cima da nuvem havia um trono magnífico. Não sei do que era feito, mas brilhava. Sobre o trono, havia um homem vestindo roupas brancas, com um cabelo longo, bigode. Ele era muito, muito bonito. Eu só olhava. O homem sorria e, depois de um tempo, ele acenou: "Tchau". Notei que havia uma ferida.

Ouvi canções, canções angelicais, que diziam: "Santo, santo, santo". O lugar inteiro estava cheio de música: "Santo, santo, santo, Jesus, Filho de Deus". Não consigo repetir a canção agora, mas era essa sua mensagem: "Jesus, Filho de Deus, santo, santo, santo, santo, santo". Enquanto cantavam, a cena toda foi indo embora, da mesma forma que a luz. Foi aos poucos para o céu e acabou.

Então, abri os olhos. O que foi aquilo? Estava curioso. Perguntei-me se seria o resultado do desafio que fizera ao retrato no quarto de Mark. Esse pensamento veio de repente, então descartei essa hipótese. Pensei que talvez fosse um devaneio, depois de estudar tanto.

Mas começaram a acontecer coisas. Eu não tinha mais paz. Comecei a pesquisar as Escrituras. Um amigo meu me deu um Novo Testamento, dos Gideões Internacionais, e me pediu para ler todo o Evangelho de João. Um verso em particular me chamou a atenção, João 8.58: "Antes de Abraão nascer, Eu Sou". Era sério: antes de Abraão nascer, Jesus já existia? Jesus nasceu antes de Abraão?

Continuei a fazer perguntas. Sempre que encontrava cristãos, lhes perguntava: "O que isso quer dizer, o que aquilo quer dizer?". Aos poucos, fui realmente convencido de que o Jesus é o caminho. Às vezes, nessa época, eu andava na rua e ouvia uma voz: "O caminho que você está andando não é certo. Volte, meu filho, volte para mim". Eu me virava, mas não havia ninguém ao meu lado. Achei que estivesse ficando louco. Conversei com muitos cristãos, e eles me diziam que a voz era real. "Olhe, Jesus está chamando você. É melhor entregar sua vida a Ele".

Durante quatro ou cinco anos, não tinha mais paz em mim, e tinha medo da morte. Pensava: "Se morro agora, aonde irei?". Decidi dar minha vida a Cristo.

Sim, muitas coisas aconteceram, mas esse é o resumo.

Você tinha como contar essas histórias, e também sobre sua visão, à sua família?


Logo que dei minha vida a Cristo, minha família ficou sabendo. Fiquei preso em um quarto por cinco dias. A princípio, me batiam até eu desmaiar. Se você for ver minhas costas, verá muitas cicatrizes. Fui seriamente repreendido, humilhado. Esse quart onde fiquei era em uma loja; só tinha um tapete lá.

Eu pensei: "Como posso fugir?". Graças a Deus, Ele enviou um cristão que foi pulou o muro e foi até o quarto. Ele ia todas as noites e trazia comida. Tinha medo de que a comida que meus raptores davam estivesse envenenada. Eles me falaram que meu irmão caçula iria me matar quando tivesse a oportunidade. Por isso, me recusava a comer a comida que eles traziam.

Aquele cristão chegava por volta da 1 da madrugada, com comida e um pouco de água em uma bolsa de couro. Ele jogava pela janela para eu pegar. Achei que ele iria fazer aquilo só naquela noite. Mas fez durante os cinco dias. Na quarta noite, eu supliquei ao meu irmão: "Como posso sair daqui?". Havia barras de ferro na janela. Ele trouxe uma serra a mim e eu comecei a cortar. Cortei uma barra, cortei outra. Antes de se quebrarem, levantei as barras e fugi.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Querida Juventude...




"Juventude brasileira, onde está você?

Faz muito tempo que a gente não se vê! A Ultima vez que a gente se viu eu estava nascendo e você tirando o Collor do poder. Que pane que você foi embora e nem se despediu de mim, manda um beijo para a vovó juventude de 64 que nessa altura do campeonato está bem cansada.

Tenho visto aquela sua prima, a juventude da igreja, tenho dado algum apoio à ela para ver se ela te impulsiona a voltar mas sinto que ela também está um pouco debilitada, não sei por que ela está assim? Pensei que ela fosse a mais forte da família, mas acho que ela está como você. Tem uma rapaziada aqui segurando as pontas enquanto você não vem e enquanto a prima estiver nesse estado, espero que ela melhore para poder ir te buscar.

Carinhosamente, um cristão."

Se eu fosse mandar uma carta para a juventude brasileira eu iria mandar essa, contando que estou com saudade da "vovó" Juventude de 64, que lutou tão bravamente contra a repressão, contando da "prima" juventude da igreja que está um pouco debilitada.

Juventude Cristã, vamos fazer a nossa parte, nós podemos mudar a realidade de um país como o Brasil. Vamos mostrar que somos diferentes dos outros jovens, vamos votar com consciência, não vamos escolher os nossos governantes com os nossos interesses mas vamos escolher aqueles que olham para o bem comum, vamos orar por eles como a bíblia ensina em 1Timóteo 2:1-2:

"Em primeiro lugar peço que sejam feitos orações, pedidos, súplicas e ações de graças a Deus em favor de todas as pessoas. Orem pelos reis e por todos os outros que têm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e pacífica, com dedicação a Deus e respeito aos outros."

Juventude Cristã, está na hora de nos revoltarmos como Davi se revoltou quando viu Golias insultando Deus. Temos que nos revoltar contra a corrupção, pois estamos insultando a Deus como Golias ficando calados para toda corrupção tanto no executivo, quanto no judiciário e legislativo. A nossa voz tem que ser ouvida pelos que estão no poder e temos que orar sem cessar, para que um dia a política brasileira seja praticada com excelência para a Glória do Rei dos reis e Senhor dos Senhores, Jesus Cristo de Nazaré, que a Ele seja dada toda Honra.