Vendas de caminhões crescem 90% até maio; projeções do BNDES para investimentos já ultrapassam previsões pré-crise; vendas de cimento crescem 18% no ano; 9 fábricas cimento estão sendo construídas pela Votorantim para atender as obras do PAC e do setor habitacional; 39 shoppings centers estão em construção no país; 93% das categorias pesquisadas pelo Dieese tiveram aumento real de salário no ano passado...
É sob esse arcabouço que deve ser analisada a desesperada tentativa da Folha de SP de dar vida a um natimorto enredo de arapongas & dossiês para atingir a candidatura Dilma Rousseff.
A Folha, como se sabe, é aquele veículo que falsificou uma ficha policial contra a então ministra Dilma Rousseff em manipulação rudimentar de cola & xerox atestada por peritos da Unicamp. A pauta de dossiês & arapongas inclui-se nessa receita de remendos grosseiros adotada por uma redação que já não pode cobrir fatos políticos relevantes sem cometer um harakiri editorial.
Silenciam os jornalistas da família Frias diante da acelerada voçoroca que corrói o chão da candidatura Serra, minada por disputas terminais para escolha do vice, que DEMOS reivindicam como condição para se manter na aliança, bem como diante da sangria desatada em Minas, o 2º colégio eleitoral do país, onde florescem diferentes modalidades de voto anti-serra (Dilmasia; Pimentésio...) , sem esquecer o derretimento do demotucano no 3º colégio eleitoral,o Rio, onde o namoro de Serra com o PV virou novela de traições & rupturas.
O desespero da Folha é o mesmo que inspirou o script constrangedor da propaganda eleitoral antecipada do PSDB, no horário gratuito na última 5º feira. Aspas para um trecho síntese da narrativa ‘popular adotada pelo programa: ‘...Zé Serra é um sujeito simples, de bem com a vida, de bem com seu povo...' Em seguida, numa cena de rua, o próprio Serra confirma: "Como tudo com pão'.
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segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Adeus Saramago !!!

Agora eu entendo porque as obras de grandes artistas ganham valor depois que eles morrem, um exemplo é o pintor Vicent Van Gogh. Não estou dizendo que Saramago foi um exemplo disso, pois em vida foi o único escritor em ligua portuguesa à ganhar um Nobel.
O que estou dizendo sobre ganhar notoriedade depois da morte é aquilo que acontece, aquele "stalo": "Caramba, ele morreu, nunca li um livro dele". Foi o que aconteceu comigo quando soube da morte de Saramago. Você não dá valor quando as coisas estão perto de você, você só da valor quando elas vão embora.
Hoje, as 11:19 da manha foi cremado o corpo de José Saramago, e eu penso. Eu tive que esperar ele morrer pra pensar em ler um livro dele!
Será que nós não fazemos isso em nossas vidas? Será que negamos um abraço pensando que vamos ter a oportunidade de dá-lo em outra hora, um sorriso? Um abraço em nosso pais, avós, irmão?
Não fazemos isso com Deus? "Ah, depois eu oro!", "Depois eu leio a Bíblia" "Depois eu ligo pro meu irmão que está precisando de um telefonema".
Não vamos esperar as pessoas, coisas, oportunidades passarem, porque talvês será tarde demais. Não vamos economizar sorrisos, abraços, beijos. Vamos viver com os nossos familiares e amigos como se fossem os últimos dias!
Adeus Saramago!!
segunda-feira, 14 de junho de 2010
No curso da História ainda existe Esperança!

Esse domingo assistindo o jogo entre Alemanha e Austrália percebi que um pouco da mudança da história, é claro que em alguns casos ela vem piorando, mas pude perceber algo de bom.
Se você estudou história e se lembra da 2ª Guerra Mundial você sabe que a Alemanha comandada por Adolf Hitler promoveu um genocídio contra os judeus e odiava os negros e toda etnia que fosse inferior a raça ariana.
Também se você se lembra das aulas de história, talvez você venha se lembrar do regime do Apartheid na África do Sul onde se tinha divisão de brancos e negros, onde a seleção sul-africana em caso de jogos internacionais era somente compostas por brancos e torneios regionais compostas por negros e os seres humanos daquele país realmente acreditavam que os brancos por serem brancos eram superiores ao negros e os reprimiam violentamente.
Pois bem, Domingo, dia 13 de junho de 2010 na primeira copa realizada na África e no país que a mais de dez anos atrás vivia no regime do apartheid vi um negro brasileiro naturalizado alemão com o apelido de Cacau, marcando um gol a favor de um país que a muito tempo atrás defendia a superioridade da raça pura ariana. Quem diria que um dia isso iria acontecer? Negros andando livremente pela África do Sul e um negro defendendo as cores da bandeira de um país que a mais de seis décadas adiavam os negros.
Isso é muito bom, porque mostra que a Alemanha está bem longe de ser a Alemanha que foi na 2ª Guerra e que a África do Sul está caminhando muito mais longe do racismo.
Ainda existe Esperança !!!
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